Sobrinho que comunicou morte de Dolly Parton é afastado da chefia da segurança; veja
Bryan Seaver e sua equipe disseram estar 'consternados com as medidas inesperadas e, até o momento, sem explicação'
Bryan Seaver, sobrinho de Dolly Parton que anunciou a morte da cantora aos 80 anos no mês passado, foi afastado do cargo de chefe de segurança das propriedades da artista.
O familiar teria sido dispensado junto com as empresas de segurança que prestavam serviço para Dolly em todos os imóveis administrados pelo espólio da rainha do country.
Segundo o site TMZ, um aviso de rescisão foi enviado a Bryan na semana passada. Uma nova equipe de segurança foi contratada para cuidar da casa da artista em Nashville, além de seu museu, imóvel no centro da cidade e galpão.
Bryan e seu time disseram ao veículo estar "consternados com as medidas inesperadas e, até o momento, sem explicação" tomadas após a morte de Dolly.
"Continuamos firmemente determinados a cumprir o último desejo dela de proteger sua família e nos recusamos a ser intimidados por aqueles cujas ações acreditamos estar sendo tomadas de má-fé e com a intenção de lucrar com a vida de alguém que generosamente doou tanto."
O impasse envolveria o empresário de longa data de Dolly, Danny Nozell, e o Pinnacle Bank, banco norte-americano que atua na administração de serviços financeiros e patrimoniais.
O aviso de rescisão obtido pelo veículo lista os imóveis e os interesses comerciais da falecida estrela da música como pertencentes ao DP Dean Trust, fundo que administra os bens da cantora.
Embora Bryan tenha deixado de exercer suas funções na área de segurança, a medida não muda sua condição de beneficiário do fundo.
A morte de Dolly foi anunciada em uma mensagem em vídeo publicada por Bryan, então chefe de segurança da cantora, no dia 25 de agosto.
Segundo estimativa da revista Forbes, Dolly deixou uma fortuna de cerca de US$ 450 milhões (R$ 2,3 bilhões).
Dolly faleceu após uma breve luta contra o câncer. A cantora também havia enfrentado problemas renais e uma condição autoimune nos últimos meses.